
Num espaço de três dias, Edu Salles saiu, Rogério Pinheiro nem entrou, Edmundo disse não e a diretoria contratou Alan, filho do “Dão”. Tudo bem que o Figueirense não quer cometer de novo os mesmos erros do ano passado, mas enquanto qualidade for mais importante que quantidade, o saldo ainda está ruim.
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